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Garimpando hospedagem na Turquia: Istambul, perto do aeroporto Atatürk
Quando voltamos da Capadócia, dormimos mais uma noite em Istambul. Dessa vez, escolhemos um hotel próximo ao aeroporto por motivos óbvios: não queríamos acordar muito cedo no dia seguinte e para isso, deveríamos evitar a todo custo o tráfego pesado da cidade.
Aeroporto Atatürk visto da janela do quarto do hotel
A experiência foi muito positiva. Não só pelo fato de o hotel escolhido, Titanic Port Bakirkoy, ser muito bom, mas também porque o entorno em nada lembrava a vizinhança de um aeroporto. Não foi uma pechincha, mas os 119 euros pagos pela diária foram bem recompensados. O hotel é, de fato, cinco estrelas, com todas acesas
Além disso, vizinho de um shopping bacana, onde acabei fazendo algumas compras de última hora e nem fiz mais questão de retornar ao Grand Bazaar para lembrancinhas.
A melhor parte foi mesmo chegar ao aeroporto em algo como 10 minutos, se muito! Continuou achando a localização no Sultanahmet perfeita para a turistagem, mas recomendo fortemente uma noite nesse hotel, principalmente se o destino na manhã seguinte for o Atatürk. O hotel ainda oferece transfer gratuito para o aeroporto, caso a reserva seja feita no próprio site. Entretanto, se o preço não estiver tão interessante no canal direto deles, vale a pena abrir mão desse conforto, táxi em Istambul é baratinho.
Garimpando hospedagem na Turquia – o hotel de Istambul
Não tivemos dificuldades em encontrar bons hotéis espalhados pela Turquia, por preços justos, mesmo viajando no verão, estação alta por lá. Dois deles não foram simplesmente colhidos dos sites que normalmente uso, como tripadvisor, booking.com ou hoteis.com. O primeiro deles, meu sogro jantou uma noite no restaurante deles meses antes e além de ter adorado a comida, achou a vizinhança bem simpática: foi o Tria Elegance Hotel. Daí, acabei reservando pelo booking, por 109 euros a diária. Em troca, serviço cuidadoso e atencioso. Um sachezinho sobre a cama ali:
Uma água mineral for free acolá, acompanhada de apetrechos para fazer um chá ou um café fora de hora:
Tudo limpo e arrumado, sem ser apertado. Não tirei foto da cama, mas as fotos que têm no site do hotel são bastante fiéis. O curioso é que tinham me avisado do despertador “semi-natural” turco: os alto-faltantes ensurdecedores chamando para a oração às 5 da manhã. Aí o hotel provou todo seu valor: não escutava nada, mesmo estando a alguns metros da Mesquita Azul. Isso foi providencial após chegar ao hotel de madrugada, depois de rodar bastante pelas minhas conexões. Mas essa história eu deixo para contar em outro post.
Além do mais, como a rua era mesmo animadinha, já que ficava dentro do centro histórico e era basicamente uma junção de hotéis e barzinhos, alguns com restaurante no topo dos edifícios de 3 andares (que era o caso do nosso hotel), o silêncio foi ainda mais valoroso.
Akbiyik Caddesi, rua do hotel, no Sultanahmet
Susto mesmo, eu só tomei no dia seguinte, ao acordar, perto de meio-dia (6 horas de fuso à frente, certo?). A boa notícia: o café vai até 1 da tarde na maior parte dos hotéis, inclusive no nosso. A má notícia era, digamos, perceptível visualmente. A curadoria das comidas era feita pelos locais, claro. E, portanto, apesar de farto, variado, com quase tudo o que a gente normalmente come, tinha uns itens bem estranhos.
Istambul
É uma lindeza. Acho que a cidade tem o skyline mais lindo que já vi na vida, com os minaretes e as muralhas de Constantinopla constantemente iluminados durante a noite.
A Mesquita Azul é uma coisa rica, linda, linda de se ver. Ainda hoje funciona como mesquita e tem uma parte separada para os turistas, outra para as orações. Não se entra de sapato. Deve-se guardá-los na mochila e revestir os pés com plástico com elástico na borda entregues na entrada, gratuitamente.
Fora o motivo religioso, realmente dá mesmo pena de pisar de sapato.













